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Na segunda, a moeda avançou 1,92%, a R$ 3,5823.
Em maio, o dólar acumula alta de 4,1% e no ano, queda de 9,2%.

O dólar opera em queda nesta terça-feira (24), com o mercado no aguardo de  novos desdobramentos do cenário político após o afastamento de Romero Jucá do Ministério do Planejamento. Investidores seguem atentos também à votação da votação da meta fiscal deste ano no Congresso Nacional e do anúncio das novas medidas econômicas, marcado para esta manhã.
Às 10h, a moeda norte-americana caía 0,82%, a R$ 3,5528. Veja a cotação do dólar hoje.
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, queda de 0,76%, a R$ 3,5549
O Banco Central não anunciou até o momento qualquer intervenção no câmbio, mantendo-se ausente do mercado pelo quarto dia de negócios seguido.
Cenário local sob as atenções
O Congresso Nacional deve votar nesta terça a proposta de revisão da meta fiscal para 2016.
A proposta de revisão da meta fiscal de 2016 prevê um déficit (despesas maiores do que receitas) das contas públicas de até R$ 170,5 bilhões. Se deputados e senadores não aprovarem a nova projeção, o governo terá de cumprir a meta enviada pela presidente afastada, Dilma Rousseff, com previsão de superávit de R$ 24 bilhões.
A votação ocorre um dia depois do anúncio da saída de Romero Jucá do cargo de ministro do Planejamento, após o jornal "Folha de S.Paulo" divulgar conversa em que ele sugere um "pacto" para barrar a Lava Jato ao falar com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
O mercado também aguarda para esta terça o anúncio de novas medidas econômicas para recuperar as despesas do governo e retomar o crescimento. Na segunda-feira (23), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, garantiu que as propostas passam tanto pelo campo administrativo quanto legislativo.
Último fechamento
O dólar fechou em alta na segunda-feira (23), após o governo divulgar a nova meta fiscal que enviará ao Congresso, com rombo de até R$ 170,5 bilhões em 2016, e depois da divulgação de conversa gravada do ministro do Planejamento, Romero Jucá, na qual ele sugere que uma troca no governo federal resultaria em "pacto" para frear os avanços da operação Lava Jato.

A moeda norte-americana subiu 1,92%, a R$ 3,5823 na venda. No mês de maio, o dólar tem valorização de 4,1%. Em 2016, contudo, a moeda dos EUA tem perda de 9,26%.




Depois de estudar transformar a Cultura em uma secretaria ligada diretamente à Presidência da República, o presidente Michel Temer decidiu que a área ficará, de fato, sob o guarda-chuva do Ministério da Educação, que passará a ser chamado de Ministério da Educação e Cultura (MEC). O novo governo e o ministro Mendonça Filho sofrem pressão da classe artística e dos funcionários da antiga pasta desde a posse, na última quinta-feira. Por isso, foi ventilada a criação de uma secretaria vinculada à Presidência da República, a ser comandada por uma mulher com trânsito na área, mas a ideia foi descartada. Para a área de Cultura dentro do MEC, o governo busca uma mulher. Se a Cultura fosse vinculada à Presidência, os salários dos servidores aumentariam em até 50%. Esta conta, segundo um auxiliar próximo a Temer, fez o governo desistir: em meio a fusões e extinções de pastas, elevar vencimentos não seria um bom sinal. “Há uma pressão muito grande dos setores, mas já está decidido que é Ministério da Educação e Cultura”, frisou ontem uma fonte do governo. 

 Fonte: O Globo

Cabo a negada enfiando o dedo um no rabo do outro kkk


Nascido em Campinas, Jair Bolsonaro é um militar da reserva e deputado federal. Está em sua sétima legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista. Foi o deputado mais votado do estado do Rio de Janeiro nas eleições gerais de 2014.

Bolsonaro também foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, além de ter sido suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
É pai de Carlos Bolsonaro, vereador no município do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, deputado estadual fluminense, ambos do PP e de Eduardo Bolsonaro, deputado federal paulista pelo PSC.

Jair Bolsonaro é conhecido por suas posições em defesa da família e do Estado Brasileiro. Suas bandeiras políticas são fortemente combatidas pelos partidos com posições adversas às suas.

Nas últimas eleições, em 2014, Jair Bolsonaro obteve cerca 464.565 votos sendo reeleito pelo Rio de Janeiro, como o mais votado do Estado.Em seu atual mandato, se destaca-se na luta pela proibição do chamado “Kit Gay” ( cartilhas destinadas às escolas do ensino fundamental) com forte viés de apologia ao homossexualismo e pela redução da maioridade penal.  Em seu mandato anterior, se destacou na luta pela aprovação da PEC300 a qual estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos,e contra uma possível volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras).


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A presidente Dilma Rousseff deve fazer um pronunciamento à nação após o plenário do Senado confirmar nesta quarta-feira a admissibilidade do processo de impeachment e decretar seu afastamento pelo período de até 180 dias. A informação é do vice-líder do governo, deputado Silvio Costa (PTdoB-PE). Quando a ação de impedimento teve a admissibilidade aprovada, em 17 de abril, na Câmara, a petista também se manifestou no dia seguinte, atacou o vice Michel Temer e disse ser vítima de um golpe. "É estarrecedor que um vice-presidente no exercício do seu mandato conspire contra a presidente abertamente", alegou na ocasião. Depois de confirmado o afastamento, Michel Temer também vai se manifestar, provavelmente após ahttp://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dilma-deve-fazer-pronunciamento-apos-decisao-do-senado notificação de Dilma, nesta quinta-feira. (Laryssa Borges, de Brasília)


Nem educação, nem transporte, nem saúde. Assunto polêmico e delicado, o porte de armas de fogo e munições é o recordista de apoio popular pelos canais de interação da Câmara dos Deputados com a sociedade, como o telefone 0800 da instituição. Por ele ou por enquetes disponíveis em sua página na internet, a população tem interagido a favor de uma proposta que revoga o Estatudo do Desarmamento, lei federal de 2003.

Desde sua assinatura, há quase 10 anos, 65 projetos de lei foram propostos por deputados da casa com o intuito de alterar ou mesmo revogar seu texto. Mas nenhum havia chegado tão longe quanto o PL 3722/2012, que após um período estacionado, há um mês foi designado a uma Comissão Especial formada por 46 deputados. Neste semestre, uma nova audiência pública deve acontecer com a presença de Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil (MVB); o advogado Fabricio Rebelo, pesquisador em segurança pública no Nordeste e também integrante do MVB; e o delegado Fernando Segóvia, representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ANDPF). Entusiastas do projeto de lei estimam que ele pode chegar para votação no Plenário ainda este ano.

Proposto em 2012 pelo catarinense Rogério Mendonça Peninha (PMDB), o projeto de lei 3722 traz em seu texto uma vontade popular delineada em 2005, quando o referendo popular, terceiro na história do país e primeiro no mundo a consultar diretamente a sociedade sobre este assunto, constatou que 63,94% dos 95.375.824 brasileiros que responderam à consulta defendiam que o comércio de armas e munições não deveria ser proibido no Brasil. Não houve unidade federativa no país que apresentasse inclinação diferente.

Nos Estados Unidos, onde o porte de armas é um direito garantido pela Constituição, os estados são autônomos para legislar sobre o assunto. Na maioria deles, a venda e o uso de armamento pessoal são permitidos.

Iniciativa popular chega ao Senado

Plataforma de participação política, o portal e-Cidadania contempla um espaço destinado à proposição de novas leis por cidadãos comuns. Para que cheguem a ser avaliadas pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, as ideias precisam conquistar 20 mil apoios. Desde quando foi lançada, a plataforma já recebeu mais de 1360 propostas legislativas. Destas, apenas três conseguiram os 20 mil apoios necessários no tempo hábil para seu andamento: a que regula o uso recreativo, medicinal e industrial da maconha; a que regulamenta as atividades de marketing de rede; e a que garante o direito de porte de armas a cidadão devidamente qualificado.

Proposta por André de Carvalho Franco em 18 de fevereiro deste ano, a ideia demorou pouco mais de dois meses para conquistar as 20 mil assinaturas; a título de comparação, a igualmente polêmica proposta de regulação da maconha levou menos de uma semana. O autor, um atirador de estande de Osasco, em São Paulo, chegou a pedir apoio em um fórum do site Tiro Dinâmico, que se dedica a “atiradores e apreciadores de armas de fogo”. Procurado pela reportagem de iG, André não retornou os e-mails ou ligações.

Legítima defesa ou justiça com as próprias mãos?

Somadas, a iniciativa do deputado Peninha e a ideia legislativa proposta pelo e-Cidadania podem ser associados – e costumam ser justificados com – a sensação de insegurança no país: em 2012, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que mais de 20% dos brasileiros não se sentiam seguros dentro de suas casas. O levantamento se valeu de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad, 2009) que se referiam ao tema Vitimização e Justiça.

“A população sabe que está à mercê da criminalidade. O Estatuto do Desarmamento reduziu em 60% a comercialização de armas legais, mas o bandido, o marginal, quando compra arma, vai pelo contrabando. O cidadão de bem não pode se defender ou defender sua família”, argumenta Peninha.

JUS BRASIL



Em Laranjeiras do Sul, Paraná, o MST fez um bloqueio logo após a saída de um pedágio, segundo informa a jornalista Joice Hasselmann. Um ônibus, saindo do pedágio, disparou em direção aos militantes e "arrebentou" o bloqueio, deslocando vários carros. O vídeo imediatamente viralizou nas redes sociais. Até o momento, não há mais informações sobre o caso.
Veja o vídeo:



A atriz Letícia Sabatella foi ao encontro do papa Franscico, em Roma (Itália), na última segunda-feira (9), para denunciar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo ela e grupos de juristas, o Brasil sofre um golpe de estado.
Participou também do encontro a juíza Kenarik Boujikian Felippe, do Tribunal de Justiça de SP. Elas entregaram ao pontífice uma carta escrita pelo advogado Marcello Lavenère, autor do pedido de impeachment de Fernando Collor, em 1992, e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB). Lavenère, hoje, é um dos principais críticos do afastamento de Dilma.
“Ele nos ouviu atentamente, nos disse que irá orar pelo povo brasileiro, que se preocupa com o Brasil. E, perguntado sobre a postura de um diálogo necessário sobre o nosso ponto de vista, reiterou que o diálogo é sim uma necessidade para a construção de um mundo melhor para todos”, afirmou Boujikian Felippe à Rádio França Internacional (RFI). Segundo ela, uma das fundadoras da Associação de Juízes para a Democracia, o objetivo foi mostrar ao papa “o lado dos movimentos sociais” na atual crise política.
“Esse clima de intolerância é como uma doença, acho que é pertinente pedirmos auxílio e levarmos ao papa o que está acontecendo. Existe uma sombra, um ódio, uma busca pelo bode expiatório que não vai resolver a situação sistemática do país”, completou a atriz, também em entrevista à RFI.
A carta de Marcello Lavenère, por sua vez, afirma que o Brasil “se encontra na iminência de sofrer um ‘golpe de estado’” e que o impeachment de Dilma é “desprovido de fundamento legal”. Outro argumento do advogado é a questionável articulação política dos parlamentares e partidos da oposição, muitos envolvidos em investigações de esquemas de corrupção, além da eminente anulação dos votos de 54 milhões de brasileiros.
“Esta conjuntura tem réplicas em outros países sul-americanos em que governos com a mesma orientação contrária à visão neoliberal e em favor de políticas de inclusão foram ou estão na iminência de serem desestabilizados”, diz o documento, solicitado por João Pedro Stedile, diretor nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).
Clique aqui para ler, na íntegra, a carta assinada por Marcello Lavenère, disponibilizada pelo portal Brasil de Fato.
Foto: Marcello Lavenère/Reprodução

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